Avaliar antes de se comprometer.
Qual mercado vale a pena, que trabalho pode ser entregue do outro lado e quanto custa de verdade, contando tudo.
Uma prática independente que ajuda empresas a entregar trabalho e movimentar mercadorias através do Atlântico: os parceiros certos, uma estrutura sólida e coordenação até o trabalho estar concluído.
Qual mercado vale a pena, que trabalho pode ser entregue do outro lado e quanto custa de verdade, contando tudo.
Clientes, fornecedores e compradores; profissionais, estúdios e parceiros de serviço. Encontrados dos dois lados e verificados antes de qualquer apresentação.
Briefings, controle de qualidade, prazos e documentos, alinhados entre dois idiomas e quatro a cinco horas de fuso.
Deslize para ver as três etapas →
Quem pode assinar e assumir a responsabilidade na Europa, e como o trabalho do Brasil se encaixa.
Arquivos de clientes compartilhados entre Europa e Brasil, tratados segundo as duas leis de proteção de dados.
Como são tributados os honorários pagos a uma equipe no Brasil, sem pagar duas vezes.
As tarifas sobre a maioria dos bens entre a UE e o Brasil caem por etapas.
Ler →Comércio · Reg. (UE) 2023/1115A prova de desmatamento zero para café, cacau, soja, gado e madeira que entram na UE.
Ler →Quem paga, e quem assume o risco, em cada etapa de um embarque.
Todo movimento através do Atlântico começa com uma pergunta clara. A Gibson ajuda a respondê-la e dá o primeiro passo com você.
ContatoEuropa e Brasil compartilham de quatro a cinco horas de expediente todos os dias. Bem aproveitada, essa sobreposição basta para conduzir uma equipe, uma negociação ou um embarque como se os dois lados estivessem no mesmo escritório.
No horário de verão europeu: 14–18, 4 h. O Brasil mantém o mesmo horário o ano todo.
Três situações que trazem empresas à Gibson. Cada uma começa com uma nota curta e uma pergunta clara.
Projeto, engenharia ou trabalho criativo feitos por profissionais do outro lado, com briefing e revisão a partir da Europa.
As perguntas de partida →Encontrar compradores, fornecedores e distribuidores enquanto as tarifas caem, e preparar cada conversa antes que ela aconteça.
Leia a nota UE–Mercosul →Regras de desmatamento e prova de origem identificadas cedo, com os especialistas certos envolvidos, para que nada fique parado na fronteira ou na caixa de entrada do comprador.
Leia a nota EUDR →Estamos com a capacidade esgotada na Itália. Parte do nosso trabalho de projeto pode ser feita no Brasil sem perder qualidade?
O novo acordo reduz a nossa tarifa. Com quem devemos falar primeiro em São Paulo, e o que vão nos perguntar?
Compradores europeus pedem documentação de desmatamento para o nosso café. O que precisamos exatamente, e até quando?
Estudos de caso e explicações curtas sobre o trabalho entre a Europa e o Brasil. Publicadas quando há algo útil a dizer.
Desde 1º de maio de 2026 a parte comercial do acordo UE–Mercosul se aplica entre a UE e o Brasil. Veja o que mudou de fato, o que não mudou e o que verificar antes de um primeiro embarque.
A partir de 30 de dezembro de 2026, empresas europeias que compram café, cacau, soja, carne bovina, madeira, borracha ou óleo de palma terão de provar que o produto não vem de área desmatada. Elas vão pedir as provas aos fornecedores.
Como uma equipe de projeto remota foi organizada, orientada e coordenada entre dois países, e o que isso mudou em custo e ritmo.